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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O IFAB e nossa Festa Cabocla
Este texto, convite para você, de modo muito especial, para, de corpo presente ou pelas vias virtuais, celebrar, de modo caboclo, um momento de solidariedade e de reverência a nossa cultura de resistência e de resgate da alma de um povo, de sonhos e de históricas lutas.
Como diz o cancioneiro, homenageador de João Pessoa, sucessor de Suassuna, que da pequena Paraiba enfrentou a oligarquia, fala ele que havia uma filha, que era de João. Moça bonita e de espírito indomável, - o nome não sabemos - resolveu no dia do "casorio", com Pedro fugir. Antônio, noivo da donzela, bombardeado pela tragédia sentimental, acabou em bebedeira, a beira da fogueira, sofrendo angustiado e por João consolado.
Esta tragédia de Antônio, cantada em nossas festas de meio de ano, influência e herança de nossos colonizadores foi, por nossa cultura cabocla, abrasileirada e apropriada. Não a tragédia, que com certeza é uma ficção, mas a festa de meio de ano, chamada "junina".
Época que o milho crioulo floresce, formando a materia prima da canjica, do bolo de fubá e das pipocas, que na beira da fogueira, em panelas de ferro, um pouco de óleo, se poem a estourar. O barulho da pipoca, com certeza não ouvimos, mas os fogos de artifício, nas mão de crianças e brincalhões, estas, se põem mais forte a estourar.
Faremos deste dia um momento de solidariedade, de partilha e de fraternidade. Somos todos sonhadores de uma nova sociedade que continua a se formar a partir da da luta na busca e na conquista da justiça e da verdade.
A festa é em Calmon Viana, um bairro de nossa cidade. Mas de lá quer ser parte de toda a humanidade e de nossa universalidade. Por conta disto homenageamos, mais uma vez, o artista Boal e toda nossa brasilidade.
Uma brasilidade também indomável, ousada e irreverente. Entrincheirada em fileiras de utopias, lutas e solidariedade. Continuaremos fortes na construção e no fortalecimento de nossas capacidades.
Queremos amor, justiça e direitos, por isso convidamos todos, que com coragem, se colocam a serviço de uma organização coletiva, que quer, a partir de Pedro e João, avançar em junho para todos os outubros, vermelhos ou não, provocando e conquistando, corações e mentes, de Maria`s e José's, na luta por igualdade.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Teatro Popular
A Cia. Caracol de Teatro Popular desenvolveu no sábado (8 de agosto) um esquete fundamentado na Estética do Oprimido na inauguração do Instituto de Formação Política Augusto Boal, na cidade de Poá, Grande São Paulo.
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Como tema norteador o elenco debateu a notícia distorcida vinculada na imprensa dominante sobre o atropelamento na Rodovia Anhanguera de uma integrante do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) na cidade de Jundiaí no dia anterior. Para o desenvolvimento do processo houve a junção das técnicas Teatro-Jornal e Teatro-Fórum, do arsenal do Teatro do Oprimido....
A Cia. Caracol de Teatro Popular convidou o público presente a participar, os atuantes produziram a música que permeou a 
Teatro Popular Caracol se apresenta em Poá
Teatro Popular Caracol se apresenta em Poá














O Projeto Guerreiros Urbanos da Cia. Caracol de Teatro Popular desenvolveu no sábado (8 de agosto) um esquete fundamentado na Estética do Oprimido na inauguração do Instituto de Formação Política Augusto Boal, na cidade de Poá, Grande São Paulo.
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Como tema norteador o elenco debateu a notícia distorcida vinculada na imprensa dominante sobre o atropelamento na Rodovia Anhanguera de uma integrante do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) na cidade de Jundiaí no dia anterior. Para o desenvolvimento do processo houve a junção das técnicas Teatro-Jornal e Teatro-Fórum, do arsenal do Teatro do Oprimido.
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A Cia. Caracol de Teatro Popular convidou o público presente a participar de todo o processo de concepção do trabalho e além do debate e montagem do esquete, os atuantes produziram a música que permeou a apresentação e pode ser comprovada a eficácia das técnicas desenvolvidas pelo grande mestre Augusto Boal.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
CURSO DE FORMAÇÃO
Programa
Primeiro encontro: Cidadania e Direitos Humanos
Promover uma abordagem a cerca do que são os direitos humanos. Fazer abordagem histórica, reconstruindo esse conceito tão fundamental para aqueles que lutam por uma sociedade onde haja a eliminação de privilégios e de enormes injustiças sociais. Rever esse conceito, hoje tão desmoralizado pela mídia.
Segundo encontro: Público x Privado
Promover uma abordagem que leve a uma reflexão sobre qual a origem histórica da apropriação do espaço público na história do Brasil. Contextualizar do ponto de vista da atualidade como esse processo tem se dado e seus conflitos.
Terceiro encontro: Mecanismos de participação e controle do estado
Promover uma abordagem histórica sobre como se dá a participação popular no Brasil. Discutir os novos mecanismos dados pela chamada constituição cidadã de 1988. Qual a importância dos Conselhos e Conferências. Quais outros experimentos de presença da participação popular na gestão pública e qual a importância desses mecanismos de participação na perspectiva de elaboração de políticas públicas que venham de encontro aos interesses da maioria da população.
Quarto encontro: Políticas Públicas em movimento
Desenvolvimento de painéis, onde haja um relato sobre a constituição histórica desses movimentos e relato das principais reivindicações.
*Criança e adolescente
*Ações afirmativas
*Necessidades especiais
Quinto encontro: Políticas públicas em movimento
Desenvolvimento de painéis, onde haja um relato sobre a constituição histórica desses movimentos e relato das principais reivindicações.
*Mulher
*Meio ambiente
*Educação
Formato do curso
Encontros quinzenais (cinco sábados)
03 horas de atividade/encontro
Horário-16hs às19hs
Calendário
29 de agosto
12 de setembro
26 de setembro
10 de outubro
24 de outubro
Primeiro encontro: Cidadania e Direitos Humanos
Promover uma abordagem a cerca do que são os direitos humanos. Fazer abordagem histórica, reconstruindo esse conceito tão fundamental para aqueles que lutam por uma sociedade onde haja a eliminação de privilégios e de enormes injustiças sociais. Rever esse conceito, hoje tão desmoralizado pela mídia.
Segundo encontro: Público x Privado
Promover uma abordagem que leve a uma reflexão sobre qual a origem histórica da apropriação do espaço público na história do Brasil. Contextualizar do ponto de vista da atualidade como esse processo tem se dado e seus conflitos.
Terceiro encontro: Mecanismos de participação e controle do estado
Promover uma abordagem histórica sobre como se dá a participação popular no Brasil. Discutir os novos mecanismos dados pela chamada constituição cidadã de 1988. Qual a importância dos Conselhos e Conferências. Quais outros experimentos de presença da participação popular na gestão pública e qual a importância desses mecanismos de participação na perspectiva de elaboração de políticas públicas que venham de encontro aos interesses da maioria da população.
Quarto encontro: Políticas Públicas em movimento
Desenvolvimento de painéis, onde haja um relato sobre a constituição histórica desses movimentos e relato das principais reivindicações.
*Criança e adolescente
*Ações afirmativas
*Necessidades especiais
Quinto encontro: Políticas públicas em movimento
Desenvolvimento de painéis, onde haja um relato sobre a constituição histórica desses movimentos e relato das principais reivindicações.
*Mulher
*Meio ambiente
*Educação
Formato do curso
Encontros quinzenais (cinco sábados)
03 horas de atividade/encontro
Horário-16hs às19hs
Calendário
29 de agosto
12 de setembro
26 de setembro
10 de outubro
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